Na ponta dos dedos.

E ela que não estava mais acostumada, de repente, caiu. Ou melhor, voou. Com a leveza que só o sorriso pela manhã pode dar. E o café forte, a chuva, o livro, o abraço. De duas mãos que se encontraram no acaso de uma quarta-feira e que já não sabem mais o que é contar os dias. Contam as horas à espera de se tocarem de novo.

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