Fuga

Siena, em dezembro 16, 2010 às 10:54

Ontem um amigo falou sobre “fugir da saudade”. Paradoxo. Fugir da saudade é faze-la cada vez maior, num ciclo interminavel de busca e fuga. Buscamos a felicidade fora, longe, nesse impulso irresistivel de correr e abraçar o mundo. Fugindo da saudade, se conhece coisas novas, lindas, irresistiveis, mas que não tem o mesmo gosto de arroz com feijão. Hoje fujo pra Viena, e deixo com voces um Mozart, nada mais obvio.  Vou ali comer um wiener schnitzel e ja volto.

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